Se você aparecesse por essa porta, olhasse enviesado em raio-X pra todo esse acúmulo de falta de sentido em que os ácaros são de extrema presteza; se você me pegasse ligeiro pela mão e dissesse venha ler comigo as outras linhas que não as do bom senso nem da maioria, eu aceitaria a incongruência, pois sei que ninguém é livre e talvez preferisse mesmo assim cavalgar ao lado do seu mau humor e desprezo, seu narcisismo e intolerância. Não quero a escravidão do dinheiro, prefiro compartilhar ideais.
Se houvesse alguém que não há. Não é o livro que quero de ti, quero tua vida. Então, eu?
E se eu me botasse nessa porta a olhar enviesado em raio-X pra todo esse acúmulo de falta de sentido em que os ácaros são de extrema presteza; se eu enchesse minhas mãos de coragem para largar as cordas e dissesse vou buscar as linhas que não a do bom senso nem da maioria porque me dou a liberdade, eu aceitaria a incongruência, pois sei em que mundo vivo, mesmo assim talvez preferisse correr aos ventos, arriscando a falta de dinheiro e a instabilidade, o desconforto e dependência financeira. Não quero a escravidão afetiva, prefiro manter a individualidade.
Se eu não tivesse o medo que me deixa em pânico. Não é um livro que quero de mim. Quero uma vida que seja minha.