Há um trajeto desenhado
entre o aproximar-se e o colidir
no espaço dos limites
desconhecidos
entre o mesmo e o outro.
É viver
o ato de riscar o destino
entre o aconchego do calor e a
fatalidade da explosão,
a fim de sentir o
estremecimento
de se estar perigosamente
desperto.
Muito suicidas?
Muito vivos?
Nunca seguros, é certo.
Jamais suficientemente planejada,
a órbita se automove
em torno da mais bem-sucedida
ou maldita
vontade.