“-Tenho um ídolo de cabelos e curvas que hoje levantou às quinze pras dez, a quem ofertei bolachas e leite.
-Já eu tenho um ídolo de carne e coragem que acordou às seis e foi mergulhar a seis graus celsius. Ofereci umas palavras e jurei levantar da cama."
(con)viver é uma celebração, porque há um alguém que faz fazer o sentido.
Sinto!