Olhe aqui nos meus olhos:
ah, querido,verá tudo mudar.
Tome consciência da verdade
pois já é chegada a hora.
As coisas de dentro são tão abstratas.
Da minha janela veja a flor,
lembranças do que é para ser lembrado:
pétalas de asas de fogo,
cheiro de ninfa,
sabor de diva.
Por fora o mel
e por dentro a flor selvagem:
o néctar exótico das entranhas,
intimo,
onde pousa a abelha embevecida.
Deleite-se agora,
pois o calor apressa a natureza
e o tempo não cala o desejo.
Flor materna e fecunda,
o disfarce secreta a verdade
no eterno perigo das aparências.
ah, querido,verá tudo mudar.
Tome consciência da verdade
pois já é chegada a hora.
As coisas de dentro são tão abstratas.
Da minha janela veja a flor,
lembranças do que é para ser lembrado:
pétalas de asas de fogo,
cheiro de ninfa,
sabor de diva.
Por fora o mel
e por dentro a flor selvagem:
o néctar exótico das entranhas,
intimo,
onde pousa a abelha embevecida.
Deleite-se agora,
pois o calor apressa a natureza
e o tempo não cala o desejo.
Flor materna e fecunda,
o disfarce secreta a verdade
no eterno perigo das aparências.
Sinta
toque por toque
toda a sensibilidade,
sensualidade,
deusa natural florescida do pântano,
imergindo na mais pura essência.
Fêmea flor,
aflorada a florir
de dentro para fora:
a glória.
O instinto intuito
de séculos
nas veias e no olhar.
Sábia maternal do doce sorriso desconhecido.
A faísca quente no beijo da borboleta
segregando divinos e demônios.
toque por toque
toda a sensibilidade,
sensualidade,
deusa natural florescida do pântano,
imergindo na mais pura essência.
Fêmea flor,
aflorada a florir
de dentro para fora:
a glória.
O instinto intuito
de séculos
nas veias e no olhar.
Sábia maternal do doce sorriso desconhecido.
A faísca quente no beijo da borboleta
segregando divinos e demônios.
Flor mulher, incrédulo!
Fêmea,
inferno
e deusa
Fêmea,
inferno
e deusa
moldados no mesmo corpo
pela natureza.
pela natureza.